sexta-feira, 31 de julho de 2015

O QUE É O MAR PARA VOCÊ?


Fizemos uma pergunta simples para participantes do I Simpósio Internacional de Manejo de Pesca Marítima no Brasil: O que é o mar para você?

Muitas foram as definições como amor, alegria, renovação, sustento, emprego, renda, lazer, esportes, movimento, mudança... E para você, o que é o mar?

2 min · 

MAMANDO COM AS BALEIAS!

( momentos de afagos e amamentação ).

Comportamentos de Baleias Francas

As baleias francas muitas vezes nadam ou ficam “paradas” flutuando muito próximas às praias, ocasiões em que pessoas não familiarizadas com seus hábitos julgam-nas encalhadas. Na realidade, as francas não costumam encalhar, a não ser se estiverem doentes ou feridas, ficar na arrebentação é um comportamento de proteção, pois o filhote ainda não acumulou gordura para resistir ao frio.

Os filhotes não mamam, mas lambem o leite que jorra das mamães, que por ser muito gorduroso não se mistura com a água. Essa característica permite que eles se alimentem, tranquilamente, várias vezes ao dia. São até 200 litros por dia durante quase três meses.
As francas mamães não comem durante esse período, perdendo entre 15% a 20 % de seu peso. No final do ano, voltam aos mares frios do sul, sendo que a população brasileira aparentemente migra para as proximidades da Geórgia do Sul.

Viva esses momentos.
Agendamentos AGTA - (48) 99482224. receptivobaleias@hotmail.com


LUA DE ONTEM!

Foto do Alcides Dutra
E hoje tem mais...



quinta-feira, 30 de julho de 2015

LUA DA GAROPABA!


RECANTO COM LUA

CUIDANDO DA PRAIA!

Foto Marcos Porto / Agencia RBS

Univali vai monitorar animais marinhos em área de 800 quilômetros de pré-sal

Convênio firmado com a Petrobras fará resgate, atendimento veterinário e reabilitação de espécies como tartarugas, baleias e golfinhos

Um convênio firmado nessa terça-feira entre a Univali e a Petrobras garantirá monitoramento inédito de aves, tartarugas e mamíferos marinhos que chegam mortos ou debilitados às praias do Sul e Sudeste do país. O monitoramento, feito por terra, inicia em 30 dias.

O levantamento será feito de Ubatuba (SP) a Laguna e incluirá 15 instituições. Os pesquisadores terão a missão de avaliar se a produção e o escoamento de petróleo egás natural causam impacto aos animais. A ação é condicionante do licenciamento ambiental para exploração do pré-sal na Bacia de Santos e foi exigida pelo Ibama.Leia mais notícias no blog Guarda-Sol

Pesquisador de Itajaí tem trabalho pioneiro

A indicação da Univali para coordenar os trabalhos foi do Ibama, que reconheceu o trabalho pioneiro do professor e pesquisador André Barreto. Desde 1990, ele mantém em Itajaí o Sistema de Apoio ao Monitoramento de Mamíferos Marinhos (Simmam), no Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar (CTTMar).

Na prática, os pesquisadores poderão enfim explicar o que tem causado os encalhes constantes de animais na costa, e indicar se as ocorrências aumentaram ou diminuíram no decorrer do tempo.

— A estatística é a parte fundamental do projeto. Em pesquisa temos ideias, que têm que ser comprovadas com fatos. Poderemos dizer se o número de encalhes é anormal — diz Barreto.

Neste inverno, quatro baleias jubartes apareceram mortas em SC – o que, segundo Barreto, acende o alerta, já que a espécie não costuma se aproximar da costa no Sul do país. Nesta época, são comuns os recolhimentos de pinguins. Tartarugas também estão entre os recolhimentos mais frequentes.



Projeto prevê nova unidade de petróleo

O gerente-geral da Unidade de Exploração e Produção da Bacia de Santos (UO-BS), da Petrobras, Osvaldo Kawakami, disse que o licenciamento que originou o projeto de monitoramento diz respeito ao início de operação de uma nova plataforma, que deverá operar 30 barris de petróleo por dia no pré-sal. A expectativa é que o Ibama emita a licença até o fim da semana.

A Petrobras, que passa por um processo de redução nos investimentos desde que veio à tona a Operação Lava-Jato, espera ter mais 19 plataformas até 2020.

Kawakami esteve em Itajaí em abril representando a Petrobras em uma audiência pública sobre o fechamento da Unidade de Exploração e Produção Sul (UO-Sul). A unidade funcionava na cidade e passou a ser subordinada a Santos. Ele disse que o convênio comprova que “não é pela reestruturação que a Petrobras deixou de olhar Itajaí e Santa Catarina”:

— É um contrato significativo (sem citar valores), que só não tem recolhimento de ISS para Itajaí porque a Univali é uma entidade sem fins lucrativos.

Pelo acordo, serão construídas cinco bases de estabilização no país – três delas em SC, em São Francisco do Sul, Laguna e Penha, que já tem uma base mantida pela Univali e será reformada. Florianópolis ganhará uma das cinco unidades de reabilitação, e Imbituba terá uma base de apoio. A previsão é que as construções sejam entregues em até um ano.

(Do DIÁRIO CATARINENSE - www.clicrbs.com.br)

quarta-feira, 29 de julho de 2015

NO MORRO DAS PEDRAS

Fotos Guto Kuerten, Agência RBS

Baleia-franca e filhote dão espetáculo na praia do Morro das Pedras, em Florianópolis

“Fomos abençoados”. A frase explica, ou melhor, tenta chegar o mais próximo da incrível sensação de ver uma mãe e um filhote brincar perto de você. Uma sensação de gratidão em poder compartilhar com vocês esse momento único. O sol ainda não tinha surgido no horizonte quando percebi a dupla no costão da praia do Morro das Pedras, em Florianópolis, na manhã desta quarta-feira. Quem pode presenciar a cena tenho certeza que jamais irá esquecer e vai contar para as próximas gerações…

(Do blog "De Olho nas Ruas", do Guto Kuerten - http://wp.clicrbs.com.br/deolhonasruas)

MAR DE POETA



NAUTILUS

Um novo começo. Câmera inverno na
lâmina da manhã, esfinges nos costões, o Sol,
credencial do céu. O permanente
monólogo do vento. Dia e noite sendo
abstrações. Tempo,
redoma de vidro, triunfante.
A vegetação
das dunas a tudo resistiu.
Riso de poente na areia creme,
duas borboletas agradecem.
Planos simultâneos: matiz
de verde e azul em alta
definição. Rajada de pensar
das plantas, rente esperanto,
e um céu mudo de nuvens.
O azul, digital, conversa
com o eloquente vento sul.
Mas o branco, de forma alguma, se alumbra
de alguma forma,
Nossa Senhora das Dunas. Você
não olha indiferente a tudo isso.
Ao contrário, você desaparece
dando lugar ao labirinto desejo, flores foscas,
ou barco distante.
A varanda é um convés
Onde móbiles de bambu ressonam.
Alguém se esqueceu de desligar
a máquina do mar.

Rodrigo Garcia Lopes ("Estúdio Realidade", 7Letras, 2013)

CRIANDO ATRAVESSADORES II

Foto Guto Kuerten
Prefeitura vai criar Serviço de Inspeção Municipal (SIM)

Serviço já existe em cidades próximas é considerado garantia de boa procedência e de qualidade de produtos de origem animal

A Prefeitura de Florianópolis vai regulamentar e legalizar o beneficiamento, industrialização e comercialização de produtos de origem animal no município. Para isso, vai implantar o Serviço de Inspeção Municipal, o SIM.

O SIM já existe em cidades próximas como Palhoça, Biguaçu e Governador Celso Ramos e é considerado garantia de boa procedência e de qualidade do alimento produzido e de desenvolvimento dos negócios.

“Consideramos um atraso Florianópolis, a capital do Estado, não dispor de um serviço de segurança alimentar”, afirmou o superintendente do Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis (IGEOF), Everson Mendes.

Segundo ele, a prefeitura está preocupada em garantir, sobretudo, a inspeção sanitária do trabalho realizado pelos cerca de 190 pequenos e médios produtores de ostras e mariscos (mexilhões) localizados principalmente no Ribeirão da Ilha, mas também em Santo Antônio de Lisboa e em Sambaqui.
Estima-se que, juntos, os maricultores de Florianópolis produzam 1.300 toneladas de mariscos e 1.900 toneladas de ostras, sendo que apenas 15% da produção de mariscos e 27% da produção de ostras possuem o Serviço de Inspeção Federal (SIF).

Mendes, no entanto, tranqüiliza os maricultores: “O objetivo não é prejudicar o produtor, e sim oferecer mais um instrumento legal para o fortalecimento da atividade”. E o prefeito Cesar Souza Júnior vai além: “É uma mudança de cultura, mas é um caminho do qual não podemos nos afastar”.
Nesta quinta-feira, dia 2, o IGEOF realiza, no Plenarinho da Câmara de Vereadores, o Fórum SIM, em defesa da criação do Serviço de Inspeção Municipal (SIM). O evento inicia às 14h.

Estão sendo convidados a discutir o assunto, representantes do Ministério Público do Estado de Santa Catarina, da Superintendência do Patrimônio da União (SPU) em Santa Catarina, da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC), vinculados à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca; das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde; da seccional catarinense do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e maricultores da Ilha.

De acordo com o superintendente do IGEOF, a expectativa é a de que, após a realização do Fórum e de se ouvir as partes envolvidas, o prefeito encaminhe ao Legislativo um projeto de lei propondo a criação do SIM, e de que a lei municipal seja promulgada até o final do ano. A partir daí, os próprios maricultores se registrariam junto ao Pró-Cidadão para acesso ao serviço e passariam a contar com assessoramento da Epagri para adequação às normas e inspeção periódica de todas as fases de produção por parte da Secretaria Municipal de Saúde. A fiscalização do SIM, por sua vez, ficaria por conta da Cidasc.

Como é hoje

O manejo da maricultura realizado hoje pelos pequenos e médios produtores do Sul e do Norte da Ilha não é submetido a qualquer inspeção de órgão público competente, o que compromete a higiene e a segurança dos alimentos comercializados. A venda, aliás, também acontece informalmente, uma vez que não há inspeção que assegure boa procedência do produto, e é acompanhada somente da Guia de Transporte Animal da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca.

CRIANDO ATRAVESSADORES!

Seu Lourival Ferreira (C), pescador desde criança, teme mudanças. Foto: Betina Humeres/Agência RBS

Pescadores artesanais de Sambaqui protestam contra proibição de venda direta dos pescados

Recomendação do Ministério Público de Santa Catarina visa à regulamentação da comercialização dos frutos do mar, que deve ser feita a partir de entrepostos
Grupo se reuniu na tarde desta terça-feira no Condomínio de Pescadores de SambaquiFoto: Betina Humeres / Agencia RBS

Gabriele Duarte

gabriele.duarte@horasc.com.br

Cerca de 70 pescadores de Sambaqui, Santo Antônio de Lisboa, Cacupé, Forte e Saco Grande deixaram de lado as redes e embarcações na tarde desta terça-feira, 28, para protestar contra recomendação do Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) que proíbe a venda direta dos pescados. Os profissionais dizem que a proibição inviabiliza a pesca artesanal — modalidade pela qual a maioria dos pescadores da região, que envolve cerca de 100 trabalhadores direta e indiretamente, se encaixa. 


No momento da comercialização, pescadores terão de comprovar a origem do pescado por meio da emissão de uma nota de produtor, que se assemelha a uma nota fiscal, mas pode ser feita à mão. Também terão de vender os pescados somente a partir de entrepostos — espécie de consórcio que pode servir a uma ou mais peixarias.

O local é um intermediário entre consumidores e pescadores. Ali se higieniza e manipula o produto. Mesmo que sejam administrados por cooperativas, esses entrepostos poderiam ser construídos pelos pescadores, que alegam não terem dinheiro para isso.

O entreposto é parecido com um um frigorífico no rigor e apresenta câmaras frias, controle qualidade da água, monitoramento dos produtos químicos utilizados para desinfecção dos equipamentos, atestado de saúde dos funcionários, controle de pragas e análise laboratorial do produto. Tudo para garantir a qualidade do pescado comercializado. Por outro lado, dificulta a vida dos pescadores, segundo o presidente da Associação dos Pescadores do Sambaqui, Luciano Pires, o Tilica.

— Eles querem que a gente tenha esse selinho [selo de inspeção], mas não dão nenhum apoio para isso. Precisamos de uma unidade de beneficiamento para poder expandir — reclama.


Sem data fixa para cumprimento

A recomendação faz parte do Programa de Proteção Jurídico-Sanitária dos Consumidores de Produtos de Origem Animal (POA), coordenado pelo MP-SC desde 1999. Segundo o próprio órgão, o objetivo é verificar se o beneficiamento e a comercialização estão seguindo as regras sanitárias e o Código de Defesa do Consumidor. Conforme a promotora do MP-SC, Sônia Maria Demeda Groisman Piardi, não há data fixa para cumprimento da determinação:

— O Ministério Público faz esse trabalho devido à omissão dos órgãos reguladores. Porque os pescadores nunca poderiam estar vendendo diretamente os pescados. Estamos colaborando para uma adequação, mesmo que tardia, que é possível porque há inúmeros entrepostos. Não queremos inviabilizar a pesca artesanal, mas aumentar a qualidade e aceitação — defende.

Nas mãos da Cidasc

Florianópolis ainda não dispõe de um Serviço de Inspeção Municipal, enquanto que no Estado o serviço é feito pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina. Segundo o gerente de inspeção de produtos de origem animal da Cidasc, Sérgio Silva Borges, o órgão estadual vem dando oportunidade àspeixarias se transformarem em entrepostos com controle do Estado, enquanto o município cria seu próprio serviço de inspeção. 

— A comercialização direta de produtor para comércio nunca pôde, desde 1950, porque aí nem precisariam existir os órgãos controladores. Em nível de pescador artesanal, eles terão a oportunidade de vender para onde sempre venderam, que são as peixarias, de uma maneira legalizada, através de um selo de inspeção provisório até o dia 28 de fevereiro de 2016, quando irão migrar para serviço municipal — explica o gerente em entrevista à rádio CBN Diário.

Se comprar direto, é por conta e risco

Na prática, a promotora orienta que quem quiser comprar diretamente o pescado, entre consumidores e restaurantes, deverá arcar por conta e risco. Isso vale para quem comprar o peixe na beira da praia, após um arrasto, por exemplo.

— É o mesmo que você comprar um bolo em uma confeitaria sem alvará de funcionamento. Fica a seu critério. O que queremos é que a comercialização do pescado tenha o mesmo rigor que a do gado. No caso dos restaurantes, também vamos iniciar uma fiscalização, com a Vigilância Sanitária, para conhecer a origem dos produtos de origem animal adquiridos — diz a doutora Sônia. 
Sem condições

— Não teremos para quem vender, porque não temos condições de criar uma empresa. Estamos vendendo um pingado de ostras para pagar as contas de luz — argumenta o Tilica, que lidera o movimento dos pescadores. 
De acordo com a Associação dos Pescadores do Sambaqui, atualmente 20% da pesca é encaminhada aos restaurantes da região e, o restante, às peixarias. Se aumentar o cerco à fiscalização, seu Lourival Ferreira, 73, não saberá o que fazer. 

— Pesco desde criança. A cada ano que passa, é algo novo que quer acabar com a pesca artesanal. Não sei para onde vou correr se isso for para frente — lamenta.

(Do HORA DE SANTA CATARINA - www.clicrbs.com.br)

QUEREMOS PESCAR!

Foto Celso Martins.
Protesto repercute na Câmara e Assembléia

As comissões de pesca da Câmara da Capital e da Assembléia Legislativa de Santa Catarina vão realizar audiências públicas para discutir a proibição de venda de peixes e camarões pelos pescadores a restaurantes e peixarias de Florianópolis. As duas iniciativas resultam do protesto realizado em Sambaqui na tarde desta terça-feira (28.7) por dezenas de pescadores locais e de comunidades próximas, como Ratones, Barra do Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa.

Ao contrário do ditado de que “pescador é desunido”, eles compareceram em grande número e num momento emocionante gritaram: “Queremos pescar, queremos pescar…”. O anúncio da audiência na Câmara foi feito pelo vereador Ricardo Camargo Vieira (morador de Sambaqui), que apresenta a proposta à comissão na próxima semana . No Legislativo estadual, em recesso, a articulação foi feita pelo assessor parlamentar do deputado estadual Padre Pedro (PT), Murilo Silva, onde a audiência deve ocorrer no dia 17 de agosto próximo.

Os pescadores e maricultores abastecem os restaurantes com peixes, camarões, ostras e mariscos frescos, além de peixarias e outros. Os restaurantes integram o movimentado polo gastronômico de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa, gerando emprego e renda e assegurando a estabilidade sócio-econômica das comunidades locais. As investidas grosseiras do poder público tendem a desmontar as bases da boa qualidade de vida do distrito. Os milhares de turistas que buscam a região vão passar a ser servidos com peixes, camarões e moluscos congelados.

(Do http://daquinarede.com.br/)

terça-feira, 28 de julho de 2015

DE OLHO NA PRAIA!



Univali coordenará projeto da Petrobras de monitoramento das praias

Instituição catarinense coordenará instituições que realizarão resgate e reabilitação de aves, quelônios e mamíferos marinhos entre Ubatuba/SP e Laguna/SC

por Wagner Jose Mezoni

Itajaí – A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e a Petrobrás S.A, assinam, na terça-feira, 28, às 14 horas, na sala dos Conselhos Superiores do Campus da Universidade, em Itajaí, convênio pioneiro para prestação de serviços de avaliação da interferência das atividades de produção e escoamento de petróleo e gás natural da área do pré-sal da Bacia de Santos sobre aves, quelônios e mamíferos marinhos.
A Instituição catarinense será responsável, ainda, pela coordenação das atividades de uma rede de instituições no litoral dos estados do Sudeste e Sul do Brasil, que fará o monitoramento, diário, de 800 km de costa brasileira entre Ubatuba, no estado de São Paulo, até Laguna, em Santa Catarina, realizando resgate, atendimento veterinário e reabilitação de aves, tartarugas, baleias e golfinhos.

Para a operacionalização da rede de atendimentos veterinários serão disponibilizados 50 carros e construídas cinco unidades de estabilização nas cidades de São Sebastião, Baixada Santista, São Francisco do Sul, Penha e Laguna; cinco unidades de reabilitação, nas cidades de Ubatuba, Guarujá, Ilha Comprida, Pontal do Paraná e Florianópolis; e três bases de apoio em Praia Grande, Ilha do Superagui e Imbituba, onde atuarão 400 profissionais.

O projeto terá duração de 21 meses e é condicionante no licenciamento ambiental das atividades de produção de Petróleo no pré-sal para a Bacia de Santos.

Ele será desenvolvido com a participação de outras doze instituições: Associação R3 Animal, Instituto Argonauta, Instituto Gremar, Instituto de Pesquisas Cananeia (Ipec), Universidade da Região de Joinville (Univille), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Projeto Baleia Franca, Projeto Biopesca, e Projeto Tamar de SC e de SP. A expectativa é de que as atividades de monitoramento de campo tenham inicio no final de agosto.

Outras informações: (47) 3341-7960, com André Silva Barreto, pesquisador da Univali e coordenador geral do projeto.

LOBO DO MAR

Olívia Byington canta "Lobo do mar" (João Carlos Pádua/Jaques Morelenbaum) num clipe exibido no Fantástico em 1978.
Vejam só!

segunda-feira, 27 de julho de 2015

MAR DE PESCADORES


Pescadores protestam terça-feira em Sambaqui

As apreensões de redes de pesca e a proibição do comércio de peixes e camarões pelos pescadores, diretamente, motiva um protesto em Sambaqui às 14 horas desta terça-feira (28.7). A concentração será em frente ao Condomínio de Pescadores local, na estrada geral (rodovia Rafael da Rocha Pires/Gilson da Costa Xavier) de Sambaqui.

“A proibição pela Cidasc da venda direta de pescados aos restaurantes vai nos impor atravessadores, coisa de antigamente e que já tinha acabado”, reclama Luciano Pires (Tilica) que lidera a manifestação. Os pescadores estão pedindo apoio às entidades locais e lideranças comunitárias, além de autoridades do setor e parlamentares.


(Do http://daquinarede.com.br/)

BENDITO MAR DE LAMA!


Conheça histórias e segredos escondidos em meio aos mangues de Florianópolis

Reportagem especial mostra a biodiversidade de um ecossistema complexo e surpreendente

Silenciosos e discretos, os mangues de Florianópolis são vizinhos invisíveis para a maioria da população da cidade. Ganham atenção de tempos em tempos, quando tornam-se rota de fuga para criminosos ou labirinto de crianças perdidas. Mas é quando a maré baixa, que eles revelam-se. Entre raízes suspensas e subterrâneas, guardam uma importante reserva da biodiversidade catarinense.

Conheça as histórias e as peculiaridades do mangue no especial do Diário Catarinense:Bendito Mar de Lama.

Reportagem Ângela Bastos | Fotos e vídeos Felipe Carneiro
Edição Julia Pitthan e Natália Leal | Design Fábio Nienow | Edição de vídeos Leo Cardoso

(Do DIÁRIO CATARINENSE - www.clicrbs.com.br)

domingo, 26 de julho de 2015

RESPIRANDO COM AS BALEIAS!

Foto Julio Cesar Vicente
Para respirar o ar da superfície, a baleia flexiona um músculo que abre a passagem de ar e, então, respira da mesma maneira que os outros mamíferos. Quando relaxa o músculo, a passagem de ar se fecha e é então seguro submergir novamente. Como elas só podem respirar na superfície, precisaram desenvolver uma respiração consciente. Elas não têm um processo de respiração automática igual ao dos humanos. 
Ao contrário do que a maioria pensa, as baleias não jorram água do mar quando respiram. O jato d´água que é visto é causado pelo ar que é exalado. 
Como o ar exalado é geralmente mais quente que o ar da superfície, ele resfria rapidamente quando sai do corpo da baleia e o vapor d´água no ar imediatamente se condensa em um líquido que parece um jato d´água. A franca possui dois orifícios respiratórios (espiráculos), ao expelir, o borrifo toma a forma de um V, podendo alcançar de 5 a 8 metros.

VIVA ESSA EMOÇÃO.
Agendamentos de Passeios AGTA.
(48)99482224 / 99776352.
receptivobaleias@hotmail.com

MORROS DO SUL!

Foto da Rassana Pauletti
Morros do Rio das Pacas e do Saquinho, clicados da janela e pela Rossana Pauletti, na tarde melancólica e nebulosa de ontem! 

NAVEGANDO AO VENTO E DE OLHO NO CÉU! SÓ!


Elio Somaschini, deu uma volta ao mundo em solitário com o seu veleiro Crapun passando por lugares inusitados como o Mar Negro, navegando sem instrumentos eletrônicos e usando as mãos para medir a posição das estrelas, sem sextante. Neste capítulo ele nos conta o que sobra de uma viagem.
Com o lançamento deste vídeo o #SAL se torna a primeira serie brasileira disponível no Youtube em 4K.

PEIXE FRESCO!


OS ÚLTIMOS BALEEIROS!


sábado, 25 de julho de 2015

MORTE NO PÂNTANO DO SUL!


Fotos Andrea Ramos
 
Uma baleia Jubarte de aproximadamente 4 metros e um ano e meio de idade encalhou já morta na manhã deste sábado na praia do Pântano do Sul!
Depois de serem retiradas amostras para análises da causa da morte, a baleia será enterrada ali mesmo na praia!

EM ALERTA!

Fonte: Epagri/Ciram

Aviso meteorológico de Mar: condição adversa no Litoral de SC
Sábado (25/07) com previsão de vento moderado e rajadas de 50 a 70 km/h no Litoral de SC. Mar agitado com picos de onda de 2,0 m próxima à costa e 3,0 a 3.5 m em áreas mais afastadas, com risco para navegação de pequenas e médias embarcações.
A condição adversa de mar está associada a um sistema de baixa pressão (ciclone) próximo ao Litoral de Santa Catarina.

AS BALEIAS, NOSSAS VISITANTES!



As baleias francas muitas vezes nadam ou ficam “paradas” flutuando muito próximas às praias, ocasiões em que pessoas não familiarizadas com seus hábitos julgam-nas encalhadas. Na realidade, as francas não costumam encalhar, a não ser se estiverem doentes ou feridas, ficar na arrebentação é um comportamento de proteção, pois o filhote ainda não acumulou gordura para resistir ao frio.
Os filhotes não mamam, mas lambem o leite que jorra das mamães, que por ser muito gorduroso não se mistura com a água. Essa característica permite que eles se alimentem, tranquilamente, várias vezes ao dia. São até 200 litros por dia durante quase três meses.
As francas mamães não comem durante esse período, perdendo entre 15% a 20 % de seu peso. No final do ano, voltam aos mares frios do sul, sendo que a população brasileira aparentemente migra para as proximidades da Geórgia do Sul.

Fotos - Julio Cesar Vicente 


(de momentos de afagos e amamentação )


DE OLHO NO MOLUSCO!

Mariscos e ostras devem ser cuidadosamente observados. Estes moluscos podem fazer muito mal à saúde se estiverem em situação inadequada para o consumo. Confira nossas dicas e fique ‪#‎DeOlhoNosMoluscos‬
ATENÇÃO: pescar, comercializar e transportar espécies no período de defeso é crime. Verifique os períodos e as espécies proibidas:http://goo.gl/aBMaJl

É MOLE?

Molusco Panopea generosa, do tipo amêijoa, que virou moda na China, é bem mais antigo!
E é mole, molusco!
Colaboração de Leandro Conejo

sexta-feira, 24 de julho de 2015

ALPES PALHOCENSES!

Foto sem crédito
E o Cambirela ficou branco de neve!
Há dois anos!

PAU DE VENTO VAI RONCAR!


ALERTA DE CHUVARADA NA ILHA (24/07/2015)

By Chuvalski o Mané do tempos

Mos queridjos esta noite de quinta feira, madrugada e manhã de sexta terá muita chuva, podendo chegar a 100mm. a chuvarada será mais intensa entre as quatro e oito horas da manhã.

Já pau de vento Suli também vai roncar e podemos ter rajadas de 80km, que será mais intenso entre as sete e nove horas da manhã de sexta.

A Chuva continua o dia todo porém mais fraca e com temperatura em declínio chegando as mínimas a 15 graus.

O tempo fala e a manezada entende.

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TEMPOS MODERNOS - ZAP-ZAP NAS TAINHAS!

Foto Guto Kuerten, Agência RBS

O zap-zap fez a diferença nesta temporada da tainha em Santa Catarina. A comunicação entre os pescadores ganhou agilidade com as informações repassadas em tempo real de todo o Estado para um grupo de profissionais do mar. Para se ter ideia, informação repassada por um pescador em Bombinhas de que os cardumes retornavam para o sul, agilizou o cerco de 12 mil tainhas na Barra da Lagoa, em Florianópolis, pelos pescadores da canoa a remo Sargaço. Viva o zap-zap e as tainhas…

( Do blog "De Olho nas Ruas" - http://wp.clicrbs.com.br/deolhonasruas)

FUI TARRAFEAR!



quarta-feira, 22 de julho de 2015

MAR DE PESCADOR


INSS
 Pescador artesanal perde os direitos de segurado especial se fizer parte de uma cooperativa?
A resposta é NÃO, não perde seus direitos se tornar um cooperativado em uma Cooperativa de Produção.
Nas palavras do representante do INSS consultado, Sr. Marcus Vasconcelos, Analista do Seguro Social Chefe da Seção de Reconhecimento de Direitos da Gerência Executiva em Niterói/RJ:
- "O que delimita o conceito de trabalhador rural, dentre eles o segurado especial, é a forma como exerce sua atividade rurícola e não como comercializa sua produção. De acordo com o artigo 42 da Instrução Normativa INSS/PRES n° 77, de 21/01/2015: "Não descaracteriza a condição de segurado especial: VI - a associação à cooperativa agropecuária;" 
Entre as lideranças consultadas (FEPERJ, ALMARJ e Colônia de Cabo Frio), todos com experiencias em curso na formação e regularização de cooperativas de pescadores, a resposta é a mesma, baseada no fato de que se o pescador se associar a uma Cooperativa que trata especificamente da produção e comercialização de seu produto pesqueiro/aquícola, não há o risco de perda de direitos de segurado especial.

http://cardumebrasil.blogspot.com.br/

MAREGRAFIAS

Foto Fernando Alexandre

LAGOA DA CONCEIÇÃO, EM 1900!

Foto: Casa da Memória de Florianópolis.
LAGOA DA CONCEIÇÃO - LESTE DA ILHA DE SC

"A população da Lagoa, que monta a 3.450 almas, é das mais laboriosas que conhecemos: cultiva, além das plantas já mencionadas, o café, a uva, o algodão; fabrica aguardente, açúcar, melado; exporta para a capital alhos, cebolas, amendoim, gengibre, etc. Outrora cultivava em grande o linho, sobretudo o linho galego e donzelo, que era aí mesmo tecido em teares rudimentares e primitivos. 
Estes aparelhos, atualmente arcaicos, mas cuja descrição vale a pena de ser conhecida e a qual faremos oportunamente quando tratarmos das indústrias têxteis e outras — ainda hoje funcionam, nesta como em muitas outras freguesias e arraiais. E é neles que se fazem os tecidos comuns de algodão, branco ou a cores, utilizados para toalhas, guardanapos, colchas, etc., e os chamados riscados que são vendidos em "cortes", e de que se vestem os roceiros em geral. Fabricam também os lagoanos belas toalhas de linho, mas em escala limitada. Destes tecidos há em toda a Ilha e no continente uma interessante e profusa variedade, como veremos na segunda parte desta obra".

 "Entra-se a descer o morro, por onde a estrada coleia num leito de barro vermelho, pedregoso e cortado de córregos murmurantes e cristalinos até quase ao fim da encosta, onde assenta a sede da freguesia, composta de um grande largo gramoso ao fundo do qual está a pequena igreja consagrada a nossa Senhora da Conceição, com o seu adro amplo e bem calçado, a cuja frente se ergue o alto cruzeiro de madeira pintado de negro. 
Acham-se alinhadas em volta as principais casas do povoado, algumas envidraçadas e assobradadas, todas em geral caiadas e de um só pavimento, vastas e bem edificadas como obras antigas, que são, e onde habitam os mais abastados agricultores do lugar. Nessa igreja celebra-se anualmente uma festa que atrai muita gente da capital e dos lugarejos vizinhos, trazendo movimentada e em alegria, durante uma semana, a população da freguesia, que se diverte expansivamente, às noites, desde às vésperas até ao dia, em bailes e fandangos seguidos. A festa é a da padroeira do sítio e realiza-se a 8 de dezembro".

( Do livro "Santa Catarina: a ilha" (1900), de Virgílio Várzea.)


Colaboração do José Luiz Sardá

É MOLE?

Fotos: BBC
Demanda chinesa impulsiona molusco do anonimato ao estrelato

Postado por Manuela Luiza

Panopea generosa é uma espécie de molusco bivalvemarinho, chamada popularmente de geoduck, que signica cavar fundo. Isso porque é a única maneira de capturá-lo. Recentemente a captura deste bivalve que de tão grande não cabe em sua concha, passou de um simples passatempo de família para um negócio bem rentável. 

Esta espécie vive nas águas interiores de Washington, Alasca e Colúmbia Britânica. As colheitas comerciais destes moluscos só tiveram início depois de 1970, em Washington, depois que mergulhadores encontraram a espécie em grande quantidade em Puget Sound e os legisladores estabeleceram uma pescaria. Surpreendentemente, poucos americanos já ouviram falar de geoduck, e muito menos provaram a iguaria que habita suas margens. Mais de 90% dos moluscos colhidos no país são transportados diretamente para China. 
A demanda chinesa impulsiona o preço, o mercado está disposto a pagar muito, e é aí que a aquicultura entra.



Os geoducks pesam em média 1 kg, mas podem pesar até cinco vezes mais, e o seu sifão pode atingir 1 metro de comprimento. São um dos organismos de maior longevidade do reino animal, sendo o mais longo registro de 168 anos. A sua longevidade deve-se, entre outros motivos, a ausência de predadores, estando entre os poucos existentes, as lontras-marinhas, squaliformes e estrelas-do-mar, que atacam o sifão exposto.
 Atualmente a pesca de geoduck é uma das mais regulamentadas e controladas do mundo, só se pode pescar uma certa cota anual, em determinados períodos fora da época reprodutiva e os exemplares recolhidos devem obedecer a um tamanho mínimo estabelecido por lei. A textura e a suavidade do sabor de sua carne agrada e muito o paladar dos chineses e sua fama de afrodisíaco só o torna mais interessante para este mercado consumidor. Com o aumento da demanda desta espécie a captura tem dividido espaço com o cultivo, que após uma década de investimento finalmente exibe lucros consideráveis para os produtores. 

No ano passado, os EUA exportaram cerca de US $ 74 milhões, principalmente para Hong Kong. Isso é o dobro do volume e do valor exportado em 2008. Várias novas fazendas foram autorizadas nos últimos anos, apesar dos desafios de pesquisadores e ambientalistas preocupados com a poluição plástica, estética e um potencial dano ambiental. E agora, apoiado pela nova pesquisa que demonstrou efeitos ambientais localizados e de curta duração, o estado de Washington se prepara para o arrendamento de 15 hectares para o cultivo de geoduck. 

Cultivar esses moluscos de aparência incomum não é uma tarefa rápida, o cultivo de geoducks a partir de sementes pode levar de cinco a sete anos, porém a ânsia dos chineses tem feito valer a pena esperar.
  Saiba mais

http://www.observasc.net.br/

TEM BACON NO MAR!



Cientistas descobrem alga que tem gosto de bacon e faz bem 

Bacon em tiras: se você é vegetariano e, às vezes, tem saudade deste glorioso ingrediente, seu problema está prestes a acabar

por Ione Aguiar, do Brasil Post

Bacon. Como viver sem aquelas fatias salgadinhas, defumadas, crocantes e rosadinhas? 

Se você é vegetariano e, às vezes, tem saudade deste glorioso ingrediente, seu problema está prestes a acabar. 

Pesquisadores da Oregon State University's Harfield Marine Science Center anunciaram ter descoberto e patenteado uma nova alga da cepa Palmaria palmata. 
Segundo os cientistas, se você fritá-la, ela adquire textura crocante e um sabor forte de bacon. 
Aperfeiçoada ao longo de quinze anos de pesquisa, alga avermelhada também é cheia de potássio e tem 16% do seu peso seco formado por proteína

Inicialmente, o objetivo da pesquisa era criar uma alimentação eficiente para o abalone, um tipo de fruto do mar muito consumido na Ásia. Rapidamente, porém, perceberam seu potencial para simular o bacon. 
Hoje, a equipe de pesquisa estuda formas de cultivar a alga mágica comercialmente.

terça-feira, 21 de julho de 2015

AS BALEIAS DE ONTEM!



Tour de Baleias AGTA - 20/07/2015.

Roteiro: De Imbituba a Laguna.
Percurso: Praias d'Água, Porto, Vila, Itapirubá norte/sul, Sol, Gí, Iró e Mar grosso.

Avistamentos:
Praia d'Água - três baleias, uma solitária, outra acompanhada de sua cria e um grupo de golfinhos. 
Praia do Porto - uma baleia solitária
Praia do Sol - uma baleia solitária.

Fotos Julio Cesar Vicente

VIVA ESSA EMOÇÃO.

Consultas - (48) 99482224 / 99776352.