sábado, 31 de dezembro de 2016

CAMARÃO DA MESA PORTUGUESA


Camarão salteado

Ingredientes

500 gr de camarão de tamanho médio
6 dentes de alho
Sumo de um limão
1 malagueta grande
Sal q.b
Azeite q.b.
Pimenta q.b.
Mangericão q.b.

Preparação

Descasque os camarões crus e reserve.
Coloque azeite no fundo de uma frigideira e junte os dentes de alho às rodelas e a malagueta. Leve ao lume e deixe alourar o alho. Junte os camarões e tempere com sal e pimenta. Quando os camarões estiverem quase prontos adicione algumas folhas de mangericão e o sumo de limão. Sirva de imediato acompanhado de pão torrado com manteiga de alho.

MALHEIRAS

Foto Fernando Alexandre

MAR DE DEBUSSY


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

MAR DE POETA


Poema de Amor

Se te pedirem, amor, se te pedirem
que contes a velha história
da nau que partiu
e se perdeu,
não contes, amor, não contes
que o mar és tu
e a nau sou eu.

(Fernando Namora)

DA JANELA....

Foto Fernando Alexandre

VAI DAR VIRAÇÃO!



Foto Fernando Alexandre

Vento norte duro
vento sul seguro
(Dito popular ilhéu)

MAR DE MESTRES

Música de dorival caymmi, história de pescadores com filmagens de "it's all true" do cineasta orson welles em fortaleza, ceará - brasil. rogério sganzerla conta melhor toda história no seu filme "nem tudo é verdade"!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

VOCÊS VERÃO!



horário de verão
galos acordam a noite
estrelas brincam de escuridão
(Fernando Alexandre)

MÃOS NÃO MENTEM...

Uma exposição marcante realizada em Newlyn, Inglaterra, captura a dura vida dos pescadores através de uma série de estudos fotográficos das suas mãos.

O trabalho dos pescadores é o mais perigoso que existe em tempos de paz. Mas acima dos perigos de estar no mar estão as dificuldades do dia-a-dia: puxar redes e cordas molhadas, desmalhar e arrastar caixas de peixe. O ato de pescar para o mercado acaba com as costas, e deixa as mãos e os lábios rachados. São essas dificuldades diárias que a fotógrafa Biljana Lipic apresenta em "Mãos de Pescadores", na Galeria de Newlyn, Inglaterra. Biljana observou os pescadores na costa sudoeste e tirou fotos de suas mãos como forma de relatar o que a pesca comercial implica no século 21.

"Vários pescadores têm pedaços de seus dedos faltanto - é parte do perigo do trabalho", explica Biljana. Na verdade, ao longo dos últimos 10 anos, 529 pescadores britânicos sofreram ferimentos graves, além dos 94 que perderam suas vidas no mar. "Eu estou interessada nas histórias que as mãos dizem por si mesmas", diz Biljana. "Não se trata apenas de olhar para elas como parte do corpo, mas também algo que é integral para o trabalho. Algo que estes homens dependem para a sua sobrevivência. "

Veja as fotos clicando aqui.

(Do http://www.observasc.net.br/pesca/index.php/noticias/pesca/1525-2015-02-06-13-45-11)


fishermens hands780a

MAR DE OLHARES



"Peixes no Mercado", Salvador, Bahia', 2014. Aquarela de Letícia Wouk Almino.

TERRA DO MAR


Parte inicial do longa metragem documental dirigido por Mirella Martinelli e Eduardo Caron ("Terra do Mar", 1997, Brasil, original em 35mm, duração total do filme 82 mins).

Terra do Mar documenta a vida do povo que habita baías, ilhas e mangues no litoral norte do Paraná. Narrado pelos ilhéus, aborda o trabalho e os costumes, as festas, música e crendices desse povo que vive da pesca artesanal, numa existência marcada pela falta de eletricidade, pelas marés, o vento, o sol e as fases da lua.

Romarias percorrem a região com seus foliões, cantando e tocando instrumentos artesanais como a rabeca e a viola. Essa tradição, assim como a cura por ervas medicinais, o culto aos mitos do mar, e o conhecimento da natureza, aos poucos se extinguem. Antigos povoados desaparecem carregados pelo mar, que invade a terra, casas e naufraga embarcações.

MAR DE MAYSA !


OSTRAS NA MESA

Foto Paraíso das Ostra
OSTRAS EMBRIAGADAS

Ingredientes:
-1 copo de vinho branco seco gelado
-1 colher (sopa) de gengibre ralado
-24 ostras frescas

Modo de Preparo:
Retire as ostras das conchas e deixe marinando no vinho e no gengibre por 20 minutos.
Coloque as ostras de volta nas conchas e sirva.

(Receita da Fazenda Marinha Paraíso das Ostras)
Mergulhe fundo no www.paraisodasostras.com

BOTANDO MAIS FOGO NESSE INFERNO...

Rio de Janeiro tem registrado recordes de temperaturas verão após verão (Foto: Fernanda Carvalho / Fotos Públicas)

Brasil se prepara para um verão de extremos
O aquecimento global e um fenômeno El Niño dos mais poderosos se juntam para criar uma estação com temperaturas infernais.

Da BBC

O próximo verão promete ser um dos mais insuportáveis de todos os tempos no Brasil, com as temperaturas ultrapassando facilmente os 40ºC por vários dias seguidos nos locais tradicionalmente mais quentes, como Rio de Janeiro, Piauí e Tocantins. Segundo meteorologistas, os termômetros podem registrar calor até 4ºC acima da média.

E, diante de uma primavera que já teve dias de calor intenso em algumas regiões, muita gente já se prepara para o pior.

É que, pela primeira vez, se registra uma combinação inédita: a elevação da temperatura média do planeta por conta do aquecimento global e um fenômeno El Niño muito intenso.

De acordo com especialistas, o mundo já está 0,8ºC mais quente por conta do aquecimento global provocado pela ação humana. E tudo indica que 2015 deverá ser o ano mais quente já registrado.

Para piorar, a previsão para este ano é de que tenhamos um super El Niño, ou mesmo um El Niño monstro, como já vem sendo chamado; dos mais intensos já registrados.

O fenômeno está relacionado ao aquecimento das águas do Pacífico Sul e, em geral, à elevação das temperaturas globais. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, o EL Niño deste ano pode ser tornar um dos quatro mais quentes dos últimos 65 anos.

"Podemos esperar um verão mais quente, com temperaturas até quatro graus Celsius acima da média", diz o meteorologista José Antonio Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).

"Isso ocorre por uma combinação de fatores: o aumento da temperatura por conta do aquecimento, as ilhas de calor das cidades e um El Niño intenso que estará em sua atividade máxima justamente em novembro, dezembro e janeiro."

Já no início de setembro, ainda no inverno, São Paulo registrou recordes de temperatura (Foto: Fernanda Carvalho / Fotos Públicas)

O climatologista Carlos Nobre, atualmente na presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), diz que já é possível saber que o próximo verão será seco em várias partes da Amazônia e também registrará menos chuvas do que a média no Nordeste. O Sul do país, por sua vez, será castigado por chuvas mais intensas. A grande incógnita para os especialistas é o que acontecerá no Sudeste.

"O verão terá temperaturas mais altas no Sudeste, isso podemos dizer, por conta da influência do El Niño. Mas não dá para saber ainda como será o regime de chuvas", diz Nobre.

A estiagem registrada nos últimos dois anos - com graves consequências para os níveis dos reservatórios de água - pode agravar ainda mais o problema, se voltar a se repetir. Setembro foi de chuvas na região, mas, novamente, não há ainda como prever como será o próximo mês.

O Rio de Janeiro está entre as cidades com o verão mais quente do país, ao lado de Teresina, no Piauí, e Palmas, no Tocantins. E mesmo São Paulo, tradicionalmente mais frio, terá temperaturas mais altas.

"Na Europa, na onda de calor de 2003, mais de 30 mil mortes foram atribuídas ao calor", lembra Nobre. "E as temperaturas foram de três graus acima da média. Claro, eles lá não tinham muitos locais com ar-condicionado, nem estão adaptados ao calor, mas, ainda assim."

No Sul e no Sudeste, as cidades têm planos apenas para enchentes. No Nordeste, para a seca.

Mas, até agora, por incrível que pareça, nenhuma cidade brasileira tinha um plano emergencial para lidar com o calor. Pela primeira vez, o Centro de Operações da Prefeitura do Rio - que reúne diferentes secretarias e órgãos municipais com o objetivo de responder à emergências de forma integrada – elabora um plano para ondas de calor intenso, como as que atingiram recentemente a Índia e o Paquistão, deixando milhares de mortos.

"A falta de previsão é motivo para estarmos ainda mais preparados. Não podemos correr riscos, não podemos esperar duzentas pessoas morrerem para começarmos a agir", afirma o diretor do Instituto Pereira Passos, Sérgio Besserman, que integra a força-tarefa da Prefeitura.
Estiagem é fator complicador em meio às altas temperaturas (Foto: Rafael Neddemeyer/Fotos Públicas)

Leitos extras em hospitais, atendimento de emergência e campanhas públicas educativas incentivando a hidratação são algumas das medidas que fazem parte do plano de ação. As pessoas mais vulneráveis ao calor são os idosos e os bebês, cujos organismos têm menos capacidade de adaptação e defesa.

Segundo os especialistas, o maior problema do calor para a saúde não é o pico de temperatura mais elevada, mesmo que acima dos 40ºC. O grande risco é quando, ao longo de pelo menos três dias consecutivos, a temperatura máxima passa dos 36ºC e a mínima não cai abaixo dos 21ºC. Quando isso ocorre, o corpo não consegue se resfriar e tende ao superaquecimento, o que pode levar a paradas cardíacas e derrames.

TUDO MAR

Imagem sem crédito

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

DANDO NOME...

Fotos Fernando Alexandre
Pântano Azul, Mar do Sul

RECADO DO VERÃO!


Foto Fernando Alexandre
Espinheiro florido no verão
Muntuêra de tainhas no São João
(Sabedoria Praieira)

CAMINHO DO GRAMADO AMASSADO!



O caminho do Peabiru, foi uma estrada Inca que tinha inicio nos Andes peruanos e se estendia ate o Oceano Atlântico , mais precisamente ligando as cidades de Cusco no Peru ao litoral do estado de São Paulo.Com cerca de 3 mil quilômetros ,ela atravessava os territórios de Bolívia e Paraguai além do Brasil e Peru.Outras ramificações do caminho levavam até aos estados do sul do país chegando ao Rio Grande do Sul.

Peabiru em tupi significa; ''pe''- caminho, ''abiru''- gramado amassado.O caminho que continha muitas ramificações ,era uma rota de locomoção que ligava regiões extremas do Brasil,ligando desde a Lagoa dos Patos - Rs, até a Amazônia.Apesar de muito usado pelos guaranis eles próprios afirmavam que o caminho não foi aberto por eles, os indígenas atribuíam a construção ao seu deus Sumé,que teria criado a rota inicial no sentido leste-oeste.


Usando os caminhos ,era realizado uma intensa troca comercial entre os povos do litoral brasileiro e os Incas,os índios do litoral forneciam sal e conchas enquanto os do norte ,feijão ,milho e penas de aves, em troca os Incas davam objetos de cobre,ouro,prata e bronze.Um fato que comprova isso e um machado andino de cobre descoberto em Cananeia ,litoral de São Paulo,(que não encontrei nenhuma imagem).

Hoje apenas pequenos trechos do caminho estão preservados,que na sua maioria são formados por carreiros de 1 metro e meio de largura, e um leito com rebaixo de cerca de 40 centímetros coberto com uma espécie de grama chamada; puxa -tripa.Em alguns trechos mais difíceis ,ele chega a ter pavimentação feitas com pedras.Inscrições rupestres,mapas e símbolos astronômicos também são encontrados...


(Do http://omundovariavel.blogspot.com.br/)

ESTÁ VALENDO!


CANÇÃO DOS PIRATAS

Sá & Guarabira

NAVEGANDO COM OS FENÍCIOS


Naufrágio fenício descoberto tem 50 pés e é datado de 700 aC.

Assim como egípcios, gregos e romanos, os fenícios foram um antigo povo, navegador por excelência. A civilização estabeleceu-se onde hoje é o Líbano, e parte da Síria, por volta de 3000 anos antes de Cristo. Criativos, foram os inventores do alfabeto mas, sobretudo, eram marinheiros e comerciantes. Há relatos, não comprovados, de que teriam feito a circunavegação da África.

Heródoto , considerado o primeiro historiador, teria narrado esta viagem que, até hoje, provoca controvérsias ao mesmo tempo em que estimula navegadores a repetirem o feito.

Conheça as rotas fenícias:


Agora as autoridades de Malta informaram que um naufrágio fenício foi localizado no Mediterrâneo central, a 120 metros de profundidade. O barco teria 50 pés (cerca de 16 metros), e sua construção data de 700 AC.

(Do https://www.facebook.com/marsemfim?fref=ts)

OLHANDO ILHAS, ESPERO...

Foto Fernando Alexandre

MANEMÓRIAS

Foto Sisquesemo Onome
A Beira-mar Norte, em 1963, quando ainda se chamava Praia de Fora.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

DANDO NOME...

Fotos Fernando Alexandre
 
LISOS & ESCAMADAS
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Pescadores e barqueiros da Costa da Lagoa costumam batizar com nomes masculinos os botes (casco liso) e femininos as baleeiras (casco escamado). O aviso e os barcos são do trapiche núméro 13, que fica em frente ao restaurante "Coração de Mãe".

ÁGUAS PASSADAS

Foto Fernando Alexandre
Águas e barcos se passam, desbotando aquarelas marinhas!

MAR DE VERÃO

Vamos a la playa?

MAR DE CIMA


Pantusuli!

DE FRENTE PRO VENTO

Foto Andrea Ramos

sábado, 24 de dezembro de 2016

NA PORTA DO MEU BLOGUE!

Aqui, os sinos não bimbalham!

NATAL NO SUL REAL

Fotos Andrea Ramos
  

Bimbalham os Sinos!
Caravana natalina de agricultores e moradores do Sertão do Peri e do Ribeirão da Ilha comemorando a data e distribuindo presentes para a criançada na Costa de Dentro, Balneário dos Açores e redondezas!
Em 2014

OLHANDO ILHAS, ESPERAMOS...

Vegetação da praia - Costa de Dentro

MAR DE ANSELMO DOLL

Foto Anselmo Doll
Pântano do Sul

MAR DE RISO

 Laerte

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

MAR DE GUILHERME SILVEIRA DIAS

Cais.
Óleo sobre tela de Guilherme Silveira Dias

PANTUSULI

Foto do Geraldo Cunha 
Pantusuli!

NA REPÚBLICA DE MAR & BAR!

Clic que cresce!

MANEMÓRIAS

Foto Amnésio Soturno
Praia Mole e Galheta, anos 70: no tempo em que ainda se amarrava siri com linguiça

BIMBALHAM OS SINOS...


O PAULO LOPES JÁ PASSOU?

Imagem sem crédito
Conheça como surgiu a expressão que hoje é conhecida no litoral da Grande Florianópolis!

O Paulo Lopes já passou? Já? Então ta na hora de tomar uma ou matar o bicho, (pinga, cachaça) antes da bóia (almoço). Essa expressão começou a surgir em meados da década dos anos de 1970 por oleiros e outros frequentadores da venda do Jonas, que localizava-se na entrada da estrada para a Ponta de Baixo., local também conhecido como Morro da Cruz.

O ônibus da Auto Viação Paulo Lopes, (hoje Paulotur), que saia de Florianópolis com destino a Paulo Lopes, passava ali entre 11:15 e 11:30 horas. Na espreita, oleiros paravam os trabalhos nas olarias e, juntamente com outros desocupados e aposentados, reuniam-se em volta do balcão da venda para tomar uma cachacinha e colocar os assuntos em dia.

Anunciada em voz alta por alguns, esta expressão espalhou-se por locais em que o Paulo Lopes nem passava, pretexto para se tomar uma cachaça antes do almoço. Ate em locais da ilha de Santa Catarina, adotou-se essa expressão. “O Paulo Lopes já passou?”

(Texto de Gilberto J. Machado, Historiador, via o https://www.facebook.com/tribuza)

OLHANDO ILHAS, ESPERO...

Foto Fernando Alexandre