sexta-feira, 31 de março de 2017

URUBUSANDO...

Fotos Fernando Alexandre







Governo anuncia ampliação da Estação Ecológica do Taim

Anúncio foi feito pelo ministro do Meio Ambiente durante evento comemorativo do Dia Mundial da Água, nesta quarta-feira. UC no Rio Grande do Sul passa a ter 32 mil ha

 No Dia Mundial da Água, que transcorreu nesta quarta-feira (22), o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, anunciou a ampliação da Estação Ecológica (Esec) do Taim, no Rio Grande do Sul, que passará a ter 32 mil hectares. O decreto de ampliação está em fase final de análise para publicação. O evento ocorreu na sede do ministério, em Brasília, e reuniu vários convidados.

A estação é um dos três novos sítios Ramsar (zona úmida de importância internacional) brasileiros. A designação, adotada pelo tratado intergovernamental aprovado em encontro realizado na cidade iraniana de Ramsar, confere à unidade reconhecimento mundial e garante ao Brasil a obtenção de apoio internacional para o desenvolvimento de pesquisas, o acesso a fundos internacionais para o financiamento de projetos e a criação de um cenário favorável à cooperação internacional.

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A Estação Ecológica do Taim está localizada na porção sul da planície costeira do Rio Grande do Sul, entre as Lagoas Mirim e o Oceano Atlântico, e abrange parte dos municípios do Rio Grande e de Santa Vitória do Palmar e a ilha do Taquari, que fica na Lagoa Mirim, na divisa do Brasil com o Uruguai. Foi criada pelo Decreto nº 92.963, em 21 de julho de 1986, com área de cerca de 11 mil hectares.

As propostas de ampliação da reserva vinham sendo elaboradas por um Grupo de Trabalho (GT) do conselho consultivo da unidade formado por 21 instituições governamentais e da sociedade civil. Após várias reuniões e audiências públicas, chegou-se ao consenso de que a ampliação é compatível com o desenvolvimento econômico da região.

Gestores comemoram

Os gestores da estação ecológica comemoraram tanto a inclusão da unidade na lista dos sítios Ramsar quanto o anúncio de aumento de seus limites. A proposta de ampliação reincorpora áreas públicas à unidade de conservação e permite o avanço de sua gestão.

Aos proprietários dos cerca de 8 mil hectares a serem regularizados, cuja maioria participou da elaboração dessa proposta, ficará o legado de finalmente ter segurança jurídica, recebendo o valor devido por suas propriedades e podendo aplicar em atividades rentáveis em áreas mais propícias à produção.

Banhados do Taim

Os banhados do Taim apresentam variados ecossistemas, representados por praias lagunares e marinhas, lagoas, pântanos, campos, cordões e campos de dunas. A unidade é considera uma das principais estações ecológicas do Rio Grande do Sul e um dos principais ecossistemas do Brasil.

A reserva é moradia de pelo menos 30 espécies diferentes de mamíferos e 250 aves, com destaque para animais como o cisne-de-pescoço-preto, capororoca, tachã, garça-moura, cabeça-seca, socozinho, ximango, martim-pescador, marrecão e marreca-piadeira.

Entre os animais de maior porte, estão o jacaré-de-papo-amarelo, tartarugas, capivara, ratão-do-banhado, graxaim, mão-pelada, lontra e tuco-tuco. Já a flora é bastante diversa, apresentando figueiras, corticeiras, quaresmas, orquídeas, bromélias, cactos, juncos e aguapés.

Comunicação ICMBio
(61) 2028-9280

NO MAR BRASILIS.


MALHEIRAS

Foto Fernando Alexandre

ESTIVANDO...

Foto Fernando Alexandre




quinta-feira, 30 de março de 2017

NUM TEM...

PÉ-DO-OUVIDO...

“Se é segredo não me contes, 
se é intriga, não me digas”
(Dito popular da Ilha de Sta. Catarina)

OS FARÓIS E SEUS GUARDIÕES


MALHEIRAS

Foto Andrea Ramos

ASSANDO O PEIXE



 Postado por Patricia Sunye

1. Acenda o fogo cedo – espere até ter um lindo braseiro antes de colocar o peixe;

2. Pré-aqueça a grelha - ela deve estar realmente quente. Assim, ela sela a pele e a carne do peixe quase que imediatamente. Um fogo lento só aumenta as tendências adesivas da pele do peixe. Aquecer a grelha por uns dez minutos antes de colocar o peixe deve bastar;

3. Unte o peixe – é preciso untar o peixe, nunca a grelha. Seus dedos são a melhor ferramenta para realizar este trabalho. Você pode fazer um molho à base de óleo (oliva, girassol, etc) e massagear o peixe com ele. Não se esqueça de secar o peixe antes. Não coloque óleo demais, pois se pingar no fogo as chamas vão se animar e engolir seu peixe;

4. Não mexa no peixe cedo demais – uma vez que você colocou no fogo seu belo peixe levemente untado sobre a grelha, deixe-o lá. Vai demorar alguns bons minutos para que a grelha sele a pele e a carne do peixe no ponto em que ele pode ser virado. Então, mesmo que você não goste do ângulo em que o peixe ficou, ou ache que se empurrar um pouquinho mais pro lado vai ter mais espaço pro próximo peixe, resista! Deixe-o exatamente no mesmo lugar até que ele esteja pronto para ser virado;

5. Seja firme e decidido quando virar o peixe – virar o peixe é sempre um momento de tensão. Mesmo o mais bem untado peixe pode grudar um pouquinho. Mas se você seguiu as regras acima, qualquer adesão vai ser superficial e facilmente remediável – logo, não se desespere. A melhor maneira de virar um peixe é deslizar um espátula de metal entre a grelha e o peixe, dando pequenas estocadas – um pouco mais forte quando sentir alguma aderência. Antes de virar, uma pequena untada no lado ainda não assado é uma boa ideia. Se tiver dedos de amianto, use-os, senão um pincel de cozinha resolve. Lembre-se: pouco óleo, sem pingar. Agora, vire ou role o peixe na grelha. Você pode usar seus dedos de amianto para ajudar na tarefa. Lembre-se 2: não mexa no peixe. Espere pacientemente. Faça o teste da faca para saber se está pronto. A carne deve estar opaca e separando-se em pequenos flocos (falaremos mais sobre isso em outra oportunidade). Tire do fogo e deixe repousar por alguns minutos. Se você perceber que o centro ainda está um pouco cru, não entre em pânico. Recoloque no fogo, na parte com calor menos intenso. Ou então, pegue papel laminado, dobre em dois, coloque o peixe em cima e deixe mais um pouco no fogo.

Essas dicas estão do livro “The River Cottage Fish Book”, de Hugh Fearnley-Whittingstall e Nick Fisher

DANDO NOME...

Foto Fernando Alexandre
Anônima - Pântano do Sul

ÁGUAS PASSADAS...

Foto Fernando Alexandre
As águas passam, desbotando aquarelas marinhas...

quarta-feira, 29 de março de 2017

PESCA DA TAINHA!


ATENÇÃO PESCADORES DE TAINHAS DE CANOAS A REMO!!!

Amanhã, dia 30/03 às 14:00 horas no Ministério Público Federal, em Florianópolis, na beira mar norte ( Rua Paschoal Apóstolo Pitsica, 4876 - Edifício Luiz Elias Daux - Agronômica) a nossa reunião da safra da tainha 2017. São solicitados apenas 2 representantes de cada praia, em função do espaço!

O informe é do camarada Silézio Sabino!

NA MESA

Foto Divulgação
Arroz a La Tumbada
 prato bem tradicional, que surgiu na região de Veracruz, no México.

Ingredientes

120g de arroz cozido (parboilizado)
60g de camarão médio (limpo)
60g de lula em anéis (branqueada)
60g de peixe branco em cubos (branqueado)
100g de salsa picante
60g de creme de leite fresco
20g de milho verde em conserva
1 colher de sopa de coentro fresco picado
2 colheres de sopa de azeite de oliva
Sal a gosto

Modo de preparo

1. Saltear rapidamente o camarão no azeite de oliva, acrescentar as lulas já branqueadas e uma pitada de sal. 2. Adicionar a salsa picante e esperar ferver. 3. Assim que levantar fervura, acrescente o arroz cozido e mexa bem até voltar a ferver. 4. Acrescente o peixe em cubos branqueado, mexa delicadamente para que ele não se desmanche e espere esquentar bem. 5. Finalize com o creme de leite fresco, o milho e o coentro fresco picado. 6. Sirva imediatamente.

Dica

Branquear significa colocar rapidamente (aproximadamente um minuto) em água fervente e dar um choque térmico em água gelada. Salsa picante é o molho de tomate (ao sugo) com bastante pimenta.

Rendimento: 1 porção

(Receita do restaurante Guacamole Cocina Mexicana, de Florianópolis)

NO CHAPÉU DO MORRO



Foto Ninguem Sabonome
Quando o Cambirela bota chapéu
é chuva na certa
(Dito Popular)

NOTURNA

Foto Fernando Alexandre
"Zé Gancheiro" na espera, espreitando as sombras da noite!

MAR DE PLÉTICOS

Sílvio Pléticos - acrílico sobre eucatex - Acervo do artista


Foto Fernando Alexandre

És da origem do mar, vens do secreto,
Do misterioso mar, espumarento e frio,
Que põe redes de sonho ao navio,
E o deixa balouçar na vaga inquieto.


(Cruz e Sousa, Desterro 1861 -1898. Fragmento do poema "Flôr do Mar.")

MALHEIRAS

Foto Fernando Alexandre

OURO E PRATA DOS INCAS NO PÂNTANO DO SUL

"João Dias de Solis, a serviço da Espanha, em 1515, desce com sua armada toda a costa sul brasileira e penetra no estuário do Rio Santa Maria, depois da Prata.
     Em abril de 1516, voltando, um temporal faz com que 3 de seus navios tocassem na ilha, daí a sua baía ter recebido o nome de “Baía dos Perdidos”, denominação que não pegou porque ficou sendo conhecida por “Porto dos Patos” ou “Porto da Ilha dos Patos”, nomes dados pela expedição de Cristovão Lopes Haro, que por aqui passou em 1514.
     A noite, um forte vento atirou uma caravela contra os rochedos de uma ponta da ilha ( Ponta dos Naufragados )  e só 16 tripulantes conseguiram chegar em terra ( entre eles, o alferes Melchior Ramirez, Gosçalo da Costa, Aleixo Garcia, Francisco de Chaves, Francisco Fernandez, Henrique Montes, José Sedenho e o mulato Francisco Pacheco).
Destes, muitos se amancebaram com índias carijós e tiveram filhos. ( carta de 28/7/1524 do embaixador João de Zuñiga a Carlos V). Nove deles, em fins de 1521, foram aí encontrados por Cristovão Jacques que levou um deles ( alferes Melchior Ramirez) como turgimão ( ou dragomano, nome dado aos intérpretes das delegações ou consulados no Oriente) para o Rio Santa Maria, prometendo aos outros que os levaria de regresso à Europa. Trouxe Ramirez na volta, que quis ficar em Santa Catarina e não cumpriu a promessa feita aos outros.
     Aleixo Garcia, que era português e estava entre os náufragos, tendo-se integrado na vida dos carijós, aprendido a língua e se amasiado com uma índia, ouvindo falar na Serra da Prata, reuniu um grupo de índios e internou-se no sertão, entre 1524 e 1526.

No caminho, outros índios guaranis foram se juntando à expedição e Garcia chegou com mais de 2 mil deles até a Bolívia, onde atacaram e saquearam Misque e Tomina. Ao regressar a expedição, Garcia foi assassinado por companheiros brancos que pouco depois foram dizimados no Paraguai pelos índios paiaguás. Mas alguns carijós, mandados na frente da expedição, chegaram a Meiembipe com objetos de ouro e prata ( pesando de duas a três arrobas ), destinados ao mosteiro de Nossa Senhora de Guadalupe, na Espanha. Do grande tesouro roubado dos Incas, só restou isto e a notícia da existência deste povo e desta riqueza, informação que se espalhou com os guaranís, até o Rio Santa Maria ou Rio de Sólis ou Rio da Prata.
     Após a descoberta da “passagem” para o Pacífico – o Estreito – por Fernando de Magalhães, em 1520, as expedições em busca das Molucas ou Malacas se sucedem. Integrando a armada de Frei Jofre Garcia de Loaysa, em 1525, veio o galeão São Gabriel, sob o comando de D. Rodrigo de Acuña. Em outubro, já quase na Patagônia, a armada foi colhida por ventos e temporais que a fizeram retroceder.

O São Gabriel, a 1 de maio (ou  março) de 1526, fundeava na extremidade sul da Ilha de Meiembipe; acorrem logo em uma canoa Henrique Montes e o alferes Melchior Ramirez que fizeram levar o galeão para a enseada do Pântano do Sul, depois chamada Porto de D. Rodrigo. Aí estiveram por mais de dois meses os espanhóis, abastecendo-se de água, lenha e mantimentos, obtidos dos carijós pela solicitude de Henrique Montes, que também contou que dos náufragos de Sólis só quatro existiam agora na região (sete tinham ido para a baía dos Santos Inocentes ou Santos, e os outros tinham acompanhado  Aleixo a uma expedição, da qual uns índios haviam trazido objetos de ouro e prata).

     “No dia 4 de maio o comandante determinou ao tesoureiro e ao contador que decessem à terra e trouxessem umas arroubas de prata e de ouro, bem como as provisões compradas e o respectivo vendedor que seria pago. No regresso, quando já se encontravam perto de galeão, foi ao fundo o batel em que viajavam, perecendo 15 dos seus 23 ocupantes, inclusive os mencionados funcionários. Perderam-se as virtualhas ( o mesmo que víveres )
e os metais.
Na manhã ulterior era o batel retirado e entregue aos carpinteiros e calafates que, em quatro dias, o deixaram reparado. Quando foi levado a bordo do galeão, alguns de seus condutores disseram a D. Rodrigo que o contramestre Sebastião de Villa Real assentara de ficar e lhe pedia a devolução da roupa. Em dez dias, nove lhe seguiram o exemplo, uns com licensa e outros sem ela. Tão boa era assim a terra e os carijós, que prendiam os europeus.”

( Trecho de carta )

    O São Gabriel partiu, levando 120 arrobas de farinha e 16 de feijão, além de patos, galinhas, mel e lenha, tudo adquirido dos carijós. Haviam desertado dezessete e, dentre os já referidos, Luis de León, Miguel Biscainho, Nicolau Cañon, Pedro Ayala e um certo Durango, além daqueles cujos nomes não chegaram até nós.
     Como os antigos espanhóis que se amancebaram com as índias já tivessem muitos filhos, pagãos, o comandante antes de partir mandou o capelão os batizar – o que foi feito no meio de uma festa, quando o São Gabriel acabou de ser consertado.
     Assim, ficaram no fundo da enseada de Pântano do Sul o ouro e a prata dos Incas."

(Relato do historiador Aujor Ávila da Luz em "Santa Catarina - Quatro Séculos de História - 1600 a 1900" - Editora Insular / 2000)

terça-feira, 28 de março de 2017

UM PASSADO QUE VIROU UTOPIA!

Foto Numlembro Mermo
Centro de Floripa, baía Sul, próximo ao Mercado Público: num tempo esquecido em alguma ilha da memória, numa manhã em um final de século qualquer.
Um passado que virou utopia!

MAR DE PESCADOR


Pescadores de Itapocoroy é um documentário produzido por Clara Rosália da Silva para a conclusão no Curso de Jornalismo - Univali/2012.
Sinopse:
A Enseada de Itapocoroy é berço de homens do mar. Suas águas calmas embalaram gerações de pescadores no litoral norte de Santa Catarina. É como se fossem heróis de uma resistência que mantém viva a tradição da pesca artesanal. Hoje, enfrentam condições adversas no trabalho enquanto assistem a seus jovens migrarem para outras profissões.

Direção: Clara Rosália da Silva
Orientação: Jane Cardozo da Silveira
País/ano: Brasil/2012
Duração: 26 min.
Para assistir em alta definição altere a qualidade no ícone de configuração na própria tela de visualização do vídeo.

OUTONO OUTUDO

Foto Fernando Alexandre

MARES DE PORTUGAL


mãos de mar (16)

para o menino bonito

o meu povo trabalha duro
não tem tempo para brilhantinas
ordenados milionários
viagens em classe executiva

o meu povo
os copos que bebe
saem-lhe do corpo e sabem a sal

o meu povo
tem direito a ser respeitado
por todos
em especial pelos gravatinhas
que não o conhecem
nem falam a sua língua

o meu povo
respeita todos os povos
porque todos os povos
são o meu povo

o meu povo
tem a sabedoria dos dias de parca paga
que reparte com as mulheres
e os filhos

o meu povo
está cansado de meninos bonitos
com muita escola e poucos princípios

o meu povo
convida o menino bonito
para um dia de trabalho

(Do ahcravo gorim , poeta e fotógrafo português)

ELAS ESTÃO CHEGANDO...

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segunda-feira, 27 de março de 2017

O DIA EM QUE A ILHA SE AFASTOU DO CONTINENTE!


Desenterrando o "Desterrando"
Depois de uma verdadeira e intensa pesquisa antropológica, conseguimos uma cópia do "Desterrando", versão de 5 minutos.
Em breve, estamos programando um remake!
Quem for vivo, verá!

TRABALHADORES DO MAR

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Fotos Milton Ostetto
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, nuvem, céu e atividades ao ar livre

Seo Jorge ( Jorgino)..86 anos, Pântano do Sul!
No clique do Milton Ostetto 

MAR DE SONS

Banda Cataia, formada na Ilha do Cardoso, litoral de São Paulo, que participou do "revival" do projeto "Boca no Trombone" nas comemorações do "Lira Paulistana - 30 Anos depois - Vanguarda Paulista" na Funarte, em São Paulo.

PORTUGUESA, COM CERTEZA...


Pitch-Patch – Canja de Ostras

Ingredientes e quantidades

700 g de ostras 
1/2 Chávena de óleo vegetal 
50 g de arroz 
1 Cebola picada 
2 Tomates maduros 
1 Limão 
2 Dentes de alho picados 
Piripiri q.b. 
Sal q.b. 

Preparação

Coloque o arroz de molho num recipiente com água fria durante aproximadamente 10 minutos. Passado esse tempo, escorra a água e reserve o arroz. 
Num tacho ao lume, coloque o óleo, a cebola picada, os dentes de alho picados e deixe alourar muito ligeiramente. 
Acrescente o tomate cortado aos cubos, depois de retiradas a pele e as sementes, e deixe refogar, sempre a mexer, durante 1 minuto. 
Junte o arroz, misture muito bem e deixe refogar, enquanto vai mexendo, durante 2 minutos. 
Acrescente aproximadamente 1 litro de água, ajuste o sal e o piripiri e deixe cozer. 
Assim que começar a ferver, junte as ostras e deixe ao lume até que as ostras fiquem cozidas. 
Retire do lume, regue com o sumo de limão e sirva decorada com ervas aromáticas. 

Observações * Notas * Curiosidades * Dicas

Há quem goste de partir o arroz previamente antes de confeccionar este prato. Eu pessoalmente não me dou a esse trabalho.

(Do http://www.lusosabores.com/Receita.aspx?recID=31DE9)

MANEMÓRIAS

Baleia franca morta sendo retirada do mar do Pântano do Sul - Anos 60

MAR DE CAIÇARAS


Dia 01 de abril, as 19:00 hrs, no Projeto TAMAR em Ubatuba.
Entrada gratuita

domingo, 26 de março de 2017

ÁGUAS PASSADAS

Foto Fernando Alexandre
 Águas se passam, aguando aquarelas marinhas!

MAR-CAIS


Do Lengo D"Noronha
Veja mais no www.facebook.com/lengonoronha

OUTONO OUTUDO!

Foto Fernando Alexandre

VOANDO...

Foto: OCEANA / Enrique Talledo

Este peixe pode sair para tomar um “arzinho”! O peixe-voador tropical (Exocoetus volitans) tem a habilidade de planar por longas distâncias para escapar de predadores. Os voos são normalmente baixos, mas podem se estender por dezenas (ou mesmo centenas) de metros. Não é interessante?(Da Oceana Brasil)

sábado, 25 de março de 2017

MAR DE TAINHAS

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À SOMBRA DOS REMOS...


Foto Fernando Alexandre
"Maria Marta batizaram-me. Virginiana de 25 anos esculpida e acomodada num tronco de garapuvú, nas formas e meneios de uma canoa-bordada. Branca de corpo, sou rápida sou esguia, leve. Levo um friso azul-claro ao longo do costado a título de adereço. Replico ao imediato instinto às sombras dos remos. Rosada no colo interior sou da classe canoa-fêmea. Deslizo em suavidade líquida causando ínfimo atrito, por pouco batendo remos e voar (este é meu desejo mais profundo). 
Descanso sobre troncos roliços bronzeando ao sol. Aprecio o mar, meu companheiro encantador, desde que em suas areias me deitaram em noite de lua nova. Apito do sentinela no costão. Alvoroço no cardume que corusca apontando de leste. Lá vou empurrada por braços fortes encontro vagas conhecidas transpassando. Sobem afoitos pés descalços recebo. Remos perfuram o mar e empuxo. Disposta respondo. Redes escorregando ao meu passar lembra um vestido de noiva, calda longa e véu. Na prática diária da labuta cercamos manta alegres. Perseverante vigio o revolver das redes carregadas. Em meu seio o peso do sustento das famílias não sinto. Apenas reflito a essência dos elementos em harmonia."

(Ivan Messiano, poeta e escritor paulista quando morou na Ilha de Santa Catarina)

NAQUELE TEMPO...


Tia Ilda - como todos nós chamamos aqui no Pântano do Sul - uma das últimas benzedeiras da ilha,  conta causos para a TV Câmara no Escuta Aqui Ó! Direção: Ricardo Vom Busse.

HOMENS E ALGAS


O advogado e escritor Othon da Gama Lobo d'Eça nasceu em Florianópolis em 3 de agosto de 1892. O livro "Homens e Algas", uma de suas principais obras, é um retrato fiel e impactante dos pescadores que viviam em Florianópolis, na metade do século passado. 
Publicado originalmente em 1957, as histórias de Homens e Algas começaram a ser escritas em 1938, na época em que o escritor costumava descansar em sua casa de férias, na Praia de Coqueiros, muitos anos antes do balneário tornar-se o preferido dos moradores da cidade. 

No prefácio escrito em 1957 e mantido nesta nova edição, Othon D'Eça afirma que em Homens e Algas não fez ficção porque o seu intuito foi "gravar, em resumos curtos e secos, verdades vivas e amargas - que valem muito mais que os relevos dos frisos e as galas da imaginação". Faleceu em 7 de fevereiro de 1965, em Florianópolis.

SE ALEMBRAM DAQUELE "LANÇO'?


Cerco e arrastão de tainhas realizado em 26/06/2010, no Costão do Meio, Praia do Pântano do Sul!
E já fazem 7 anos!